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Política

Cenário político de Uberlândia para 2028 ganha novos nomes após filiação de Paulo Sérgio

·há 1h·Uberlândia, MG
Cenário político de Uberlândia para 2028 ganha novos nomes após filiação de Paulo Sérgio
Cenário político de Uberlândia para 2028 ganha novos nomes após filiação de Paulo Sérgio

O cenário político de Uberlândia já começa a desenhar as primeiras movimentações para as eleições municipais de 2028. Após a recente filiação do prefeito Paulo Sérgio ao Partido Liberal (PL), onde assumiu também a presidência municipal da legenda, diversos nomes da política local e regional passaram a ser cotados por eleitores e observadores para a sucessão ou enfrentamento do atual chefe do Executivo.

Entre as figuras lembradas aparecem políticos com mandatos consolidados e novas forças que ganharam espaço nas eleições de 2026. Nomes como os deputados federais Dandara (PT), Weliton Prado (PSD) e Cristiano Caporezzo (PL), além do recém-eleito deputado estadual Fabão (PV), figuram nas discussões. A lista de possíveis postulantes também inclui lideranças que mantêm base na cidade, como Ana Paula Leão (PP), Leonídio Bouças (PSDB) e João Júnior, atual presidente estadual do Democrata.

Dentro do próprio PL, a composição partidária traz desafios de articulação. Com o prefeito Paulo Sérgio agora liderando a sigla localmente, nomes como o vice-prefeito Vanderlei Pelizer, o deputado Zé Vitor e o vereador Anderson Lima, eleito para a Assembleia Legislativa, dividem o mesmo espaço partidário. Esse movimento reorganiza as alianças e coloca em pauta como a direita e o centro se comportarão diante de uma eventual tentativa de reeleição.

Embora as citações reflitam a percepção de parte do eleitorado nas redes sociais, não há confirmações oficiais de candidaturas ou formação de blocos de oposição. O contexto é influenciado pelos resultados das eleições de 2026, que deram novo fôlego a parlamentares com atuação direta em Uberlândia, permitindo-lhes manter interlocução constante com as esferas federal e estadual.

A análise de bastidores sugere que as alianças serão construídas a partir da influência no Executivo e da capacidade de aglutinar partidos em torno de projetos viáveis. A proximidade de nomes como João Júnior com o governo estadual eleito é vista como um elemento estratégico que pode pesar nas definições futuras para a segunda maior cidade de Minas Gerais. Com informações de Regionalzão.